Perguntaram recentemente para mim como ter mais controle sobre a conta do celular.
Não tem jeito - os planos básicos não "brecam" o seu gasto com ligações. Então a solução é trocar o plano pós por pré.
Celular hoje em dia é item importante, não aconselho a ficar sem. Mas se há pouca necessidade de uso, opte pelo plano pré-pago que te ajudará a ter controle sobre o gasto mensal.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Planilhas
Organizar as finanças requer uma coisa bem complicada: saco.
Mas já sabemos que é uma coisa essencial.
As minhas contas de casa, as compartilhadas com meu marido, são detalhadas numa planilha on line.
Assim, quando cada um efetua um pagamento, joga lá o que foi, quanto foi e quando.
Mas já sabemos que é uma coisa essencial.
As minhas contas de casa, as compartilhadas com meu marido, são detalhadas numa planilha on line.
Assim, quando cada um efetua um pagamento, joga lá o que foi, quanto foi e quando.
sábado, 31 de janeiro de 2009
Economias de um sábado
Como já comentei anteriormente eu reduzi minhas idas na manicure a fim de economizar.
Fui hoje numa aqui no shopping perto de casa (depois de um mês sem fazer as garras). Mesmo assim, fiquei meio arrependida porque achei caro demais. Vou ter que pesquisar outra opção perto do trabalho. Sempre é possível conseguir uma economia, e às vezes aquele um real a menos faz toda a diferença.
De tarde, no finzinho, logo após dar uma corridinha no Vila Lobos, fui até a Fnac. Amo ir lá...pego um café, broinha de milho e fico lendo várias revistas de moda e fofoca (de graça). Também tem o estacionamento, é verdade, mas coloque no papel os custos de tudo isso. É uma distração baratinha e que vale muito a pena.
Fui hoje numa aqui no shopping perto de casa (depois de um mês sem fazer as garras). Mesmo assim, fiquei meio arrependida porque achei caro demais. Vou ter que pesquisar outra opção perto do trabalho. Sempre é possível conseguir uma economia, e às vezes aquele um real a menos faz toda a diferença.
De tarde, no finzinho, logo após dar uma corridinha no Vila Lobos, fui até a Fnac. Amo ir lá...pego um café, broinha de milho e fico lendo várias revistas de moda e fofoca (de graça). Também tem o estacionamento, é verdade, mas coloque no papel os custos de tudo isso. É uma distração baratinha e que vale muito a pena.
Cofrinho
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
A poupança da emergência
Tem muita gente que deve estar se perguntando aonde vai parar o seu dinheiro. Principalmente em épocas de crise quando as notícias sobre demissões são cada vez mais constantes.
Nessas horas a poupança da emergência faz sentido.
Aonde você gasta seu dinheiro? Você consegue ter disciplina para guardar nem que sejam 50 reais por mês?
Crise é momento de reflexão para mudança de comportamento.
Nessas horas a poupança da emergência faz sentido.
Aonde você gasta seu dinheiro? Você consegue ter disciplina para guardar nem que sejam 50 reais por mês?
Crise é momento de reflexão para mudança de comportamento.
sábado, 24 de janeiro de 2009
De grão em grão
Há uns dois anos, na verdade dois anos e um mês, eu descobri um rombo em uma conta minha. É uma conta que tenho única e exclusivamente para pagar financiamento do meu apartamento. Eu me confundi em algum mês e não depositei o valor correspondente a parcela do financiamento. Resultado: os juros correram e como eu simplesmente não tinha acesso ao saldo do banco tive que usar meu 13o salário de 2006 para cobrir a conta.
Continuei sem acesso ao saldo, mas comecei a depositar um "chorinho" a mais todos os meses, por causa das taxas que o banco sempre cobra.
Bom, depois de dois anos, eu resolvi começar a ver o extrato. Eu tive que ir mudar o endereço no banco e aproveitei para pedir um cartão.
Adivinha só: não é que tinham uns 700 reais lá????
Quase pulei de alegria porque vou depositar menos este mês para o pagamento da mensalidade. Claro, não vou zerar a conta e vou continuar depositando o chorinho a mais. Surpresas boas assim são sempre bem-vindas.
Continuei sem acesso ao saldo, mas comecei a depositar um "chorinho" a mais todos os meses, por causa das taxas que o banco sempre cobra.
Bom, depois de dois anos, eu resolvi começar a ver o extrato. Eu tive que ir mudar o endereço no banco e aproveitei para pedir um cartão.
Adivinha só: não é que tinham uns 700 reais lá????
Quase pulei de alegria porque vou depositar menos este mês para o pagamento da mensalidade. Claro, não vou zerar a conta e vou continuar depositando o chorinho a mais. Surpresas boas assim são sempre bem-vindas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Crise e aumento de renda
Com essa crise toda em que salários são congelados, empregos perdidos e lucros comprometidos, fica evidente o maior mal que um aumento de renda pode fazer ao ser humano: mudança no padrão de vida.
O que acontece é que quando se tem mais dinheiro na mão, tende-se a gastar mais. Até aí, ok. Somos humanos e merecemos um pouco mais de conforto depois de tanto trabalho árduo.
O que não pode é comprometer toda a renda em nome desse conforto, desse padrão de vida. Você tem que ter em mente que isso tudo pode diminuir ou acabar um dia.
Então, a proposta aqui é se adequar a um nivel de vida que:
- não comprometa toda sua renda
- que você consiga adaptar mesmo em tempos de vacas magras
- que você tenha reserva suficiente para arcar (no caso de uma dívida por exemplo)
Não se esqueça de que a crise americana teve início justamente no consumo desenfreado. Por exemplo: a pessoa tinha dinheiro para comprar uma casa de 600 mil dólares. Mas aí ela comprava uma de um milhão e financiava o valor faltante. Hoje, a casa vale uns 400 mil e o cara ainda tem a dívida para pagar.
Ao receber um aumento, ou assinar um contrato importante, não use seus impulsos consumistas para comemorar. Prefira esperar as coisas se firmarem e SEMPRE ter o valor total em caixa para uma estravagância.
O que acontece é que quando se tem mais dinheiro na mão, tende-se a gastar mais. Até aí, ok. Somos humanos e merecemos um pouco mais de conforto depois de tanto trabalho árduo.
O que não pode é comprometer toda a renda em nome desse conforto, desse padrão de vida. Você tem que ter em mente que isso tudo pode diminuir ou acabar um dia.
Então, a proposta aqui é se adequar a um nivel de vida que:
- não comprometa toda sua renda
- que você consiga adaptar mesmo em tempos de vacas magras
- que você tenha reserva suficiente para arcar (no caso de uma dívida por exemplo)
Não se esqueça de que a crise americana teve início justamente no consumo desenfreado. Por exemplo: a pessoa tinha dinheiro para comprar uma casa de 600 mil dólares. Mas aí ela comprava uma de um milhão e financiava o valor faltante. Hoje, a casa vale uns 400 mil e o cara ainda tem a dívida para pagar.
Ao receber um aumento, ou assinar um contrato importante, não use seus impulsos consumistas para comemorar. Prefira esperar as coisas se firmarem e SEMPRE ter o valor total em caixa para uma estravagância.
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